Rádio A Melhor do Universo

09 outubro 2017

AMB ALERTA SOBRE LA BÊTE, ENCENADA NO MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO.

da AMB Notícias


Com relação à La Bête, recentemente encenada no Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Associação Médica Brasileira (AMB) vem a público fazer um alerta:
  • Não consideramos a performance adequada, pois expõe nudez de um adulto frente a crianças, cuja intimidade com o corpo humano adulto, de um estranho, pode não ser suficiente para absorver de forma positiva ou  neutra essa experiência.
  • Evidências científicas comprovam que situações de nudez, contato físico e intimidade com o corpo são próprias do desenvolvimento humano, mas  positivas , desde que ocorram entre pessoas com  perfis equivalentes, quanto à idade, maturidade e cultura. Ou entre adultos e crianças cujo vínculo e convivência cotidiana definem esta experiência, de forma natural e sem caráter exploratório previamente determinado.
  • Do ponto de vista do adulto (que se apresenta nu e disponível para contatos físicos com crianças) não se consegue alcançar o mérito dessa proposta e/ou sentido artístico, educativo desse roteiro teatral.

Recomendamos que pais e educadores se disponham a trabalhar a sexualidade de seus filhos e alunos, para lhes oferecer a melhor educação sexual, e os prevenir de situações inadequadas, as quais podem ter repercussões imprevisíveis, dependendo da vulnerabilidade emocional de cada criança ou púbere, mais até do que da intensidade da experiência.

Associação Médica Brasileira

06 outubro 2017

COMUNICADORES PROTESTAM CONTRA EMENDA QUE CENSURA REDES E PRIVILEGIA FACEBOOK

Segundo texto aprovado, candidatos podem ordenar retirada de mensagens "ofensivas" em 24 horas sem autorização judicial. Emenda veda anúncios em sites e blogs, mas permite "impulsionar conteúdo"

por Redação RBA publicado 06/10/2017 11h19, última modificação 06/10/2017 12h37
Luís Macedo/Câmara dos Deputados
Câmara
Congresso promulga texto da reforma. Aberrações só podem ser barradas por veto presidencial ou recurso judicial
Brasília – A Emenda 6, introduzida no texto da reforma política aprovado pela Câmara na madrugada de ontem (5), legaliza a censura. A constatação vem de organizações e especialistas que atuam em defesa da liberdade de expressão e da democratização da comunicação. Passa por integrantes do Comitê Gestor da Internet no país (CGI.br). E encontra eco até mesmo em entidades de representação da imprensa comercial, como Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) e Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner).
O projeto, que foi para sanção do presidente Michel Temer, permite a remoção de conteúdos sem ordem judicial, violando o Marco Civil. E proíbe o uso de fakes ou apelidos nas redes sociais para quem for realizar a veiculação de conteúdo eleitoral. “Para discutir e comentar a política, você não poderá utilizar codinomes, nicknames etc. Um dos maiores dramaturgos brasileiros, Nelson Rodrigues, que possuía uma coluna famosa com o pseudônimo Suzana Flag, seria criminalizado”, diz o professor da Universidade Federal do ABC Sérgio Amadeu.
Para o sociólogo, o texto cria contradição ao proibir campanhas pagas na mídia, mas admitir conteúdo “impulsionados”, beneficiando redes como Facebook. “O projeto aprovado proíbe propaganda paga no rádio e TV, mas não na Internet. Os políticos poderão ‘impulsionar’ conteúdos, leia pagar likes e posts no Facebook e outros mecanismos dessas megacorporações. Mas não poderá pagar anúncios em blogs”.
Diz o texto: “É vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdos, desde que identificado de forma inequívoca como tal e contratado exclusivamente por partidos, coligações e candidatos e seus representantes”. “Como likes são vendidos em leilões, o Facebook ganhará muito. Quem tiver mais dinheiro comprará mais likes e posts visualizados. Os candidatos pobres, terão seus posts bloqueados pela rede do Zuckerberg que pretende monetizar a alma dos eleitores. Defendo claramente a redução do poder econômico nas eleições. Os posts pagos (impulsionados é um eufemismo) devem ser proibidos”, enfatiza Amadeu.
A emenda estabelece ainda que publicações feitas na internet que sejam consideradas ofensivas pelos candidatos possam ser retiradas do ar em um prazo de 24 horas sem a necessidade de autorização judicial para isso. Para o CGI, que divulgou nota a respeito, a determinação cria insegurança jurídica, dificulta a tutela de direitos e garantias fundamentais e compromete o desenvolvimento da internet no país.
O jornalista Fernando Brito, do site Tijolaço, questiona se a aplicação da emenda valerá para “ódio” de qualquer tipo ou ofensa a qualquer candidato? “Nove dedos”, “Lularápio”, “Molusco”, “Anta” serão considerados ofensa pelos provedores? E se a direita e seus exércitos de robôs cibernéticos dispararem denúncias contra este blog e outros, de esquerda, denunciarem algo, isso é ofensa?”
Brito critica o relator da reforma, deputado Vicente Cândido (PT-SP), que concordou com a emenda. “O deputado Vicente Cândido, sobrenome apropriado, diz que não vê problemas se for ‘bem aplicada, com lisura e com decência’. O deputado habita alguma galáxia distante ou bota a meia na janela a esperar Papai Noel. Isso é uma estupidez e uma porta aberta para a completa ditadura da informação. E o museu da internet, onde basta um histérico para acusar. E histéricos não faltam”, observou.
Segundo o autor da emenda, o líder do SD na Câmara, deputado Aureo (RJ), o objetivo da proposta foi combater as chamadas falsas notícias na internet (fake news) e não promover a censura e cercear a liberdade de expressão. “A preocupação foi acabar com essa verdadeira guerrilha que está sendo criada nas redes sociais”, argumentou.
Votaram contra a proposta, apresentada pelo deputado Aureo, Psol, Rede e PCdoB. O coletivo Coalizão Direitos na Rede chegou a cogitar pressionar para derrubar a proposta no Senado. Mas a ação seria improvável.
Qualquer alteração implicaria em retorno do projeto à Câmara e inviabilizaria a aplicação das novas regras para 2018.
Resta a pressão para que a decisão seja vetada por Temer no momento da sanção, que teria de ocorrer até este sábado. O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), disse considerar o texto “extremamente perigoso”. O senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP) afirmou não ter dúvidas de que a emenda será objeto de várias ações judiciais.
Abert, Aner e ANJ publicaram nota conjunta na qual classificaram a emenda como inconstitucional. “Esperamos que o Poder Executivo vete o dispositivo aprovado e restabeleça a plena liberdade de imprensa”, afirma documento das três entidades.
Em nota, Aureo acusou a contestação generalizada à emenda que propôs e mostrou arrependimento. "Minha intenção foi de impedir que os ataques de perfis falsos de criminosos pudessem prejudicar o resultado das eleições (...) Que fique claro: não defendo e nunca defenderei qualquer tipo de censura”, escreveu. “Entendo que não podemos correr esse risco. Por isso, procurei o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para que ele peça o veto do trecho ao presidente da República. A repercussão do caso provou que o assunto precisa ser amplamente discutido e precisamos ouvir melhor os cidadãos para construir um texto que preserve a livre manifestação do pensamento e, ao mesmo tempo, combata os criminosos que circulam nos meios digitais.”

04 outubro 2017

PARLAMENTARES APRESENTAM PROJETO DE DECRETO QUE ANULA A PNAB 2017

Parlamentares apresentam projeto de decreto que anula a PNAB 2017

CNS, Conacs e Cofen apontam pontos críticos na PNAB 2017
Projeto de Decreto Legislativo anula a portaria que criou a PNAB 2017
A Confederação Nacional dos Agentes comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias (Conacs) reuniu nesta terça-feira (03/10) cerca de 1.200 agentes de todo o Brasil na realização da Semana de Mobilização Nacional dos ACS e ACE, que acontece na Câmara de Deputados, em Brasília. 20 deputados assinaram e protocolaram o projeto de Decreto Legislativo que pretende anular a portaria da nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), proposta pelo Ministério da Saúde. O projeto seguirá para votação no plenário da Câmara.
A nova PNAB recebeu várias críticas dos movimentos sociais, trabalhadores da saúde, pesquisadores e do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Ainda assim, ela foi pactuada em agosto, durante a 8ª Reunião da Comissão Intergestora Tripartite (CIT), composta pelo Ministério da Saúde (MS), Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). O MS colocou o documento para consulta pública por dez dias, mas o CNS avaliou o prazo como insuficiente. “Não há conquistas sem diálogo. Queremos ser respeitados enquanto trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirmou Ronald dos Santos, presidente do CNS.
Seminário promovido pelos agentes comunitários de Saúde e agentes de endemias na Câmara teve participação do Cofen
Até o final desta semana, os agentes devem consolidar uma “contraproposta” da categoria para a PNAB. Os participantes também reivindicam a aprovação da PEC 22/11, que fixa regras para o pagamento dos ACS e do PL 6.437/16, que dispõe sobre as atribuições das profissões do ACS e do ACE.
Ilda Angélica Correia, presidente da Conacs, avalia que a PNAB 2017  é prejudicial aos agentes e às famílias atendidas. “Estamos aqui para protestar contra os efeitos da portaria que regulamenta a nova PNAB. Essa reformulação trouxe sérios agravantes para os profissionais, mas principalmente para as famílias que são assistidas por nós nas bases dos nossos municípios”, disse.
Cofen defende mudanças na PNAB 2017 – Um dos pontos mais críticos da PNAB 2017 é a atribuição, aos agentes de Saúde, de atividades asseguradas pela Lei 7.498/86, que dispõe sobre o exercício profissional da Enfermagem, trazendo insegurança para os profissionais e riscos para a população assistida.
“É um erro atribuir ao agente comunitário atividades típicas de técnico de Enfermagem, descaracterizando sua função, e trazendo riscos à população. ACS é ACS. Auxiliar de Enfermagem é auxiliar de Enfermagem. Técnico é técnico. E enfermeiro é enfermeiro”, afirmou a vice-presidente do Cofen, Irene Ferreira, no seminário promovido pela Conacs ontem (3/10), na Câmara dos Deputados.
O deputado Saraiva Felipe (PMDB/MG) destacou a necessidade de um movimento unificado, que não foque apenas nas pautas dos ACS e ACE, mas em todas as pautas referentes ao SUS. “Estamos sofrendo vários ataques. Nossa mobilização tem que estar articulada. Não podemos permitir, por exemplo, a aprovação do PL dos Planos de Saúde Populares”, disse. A deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ) reforçou. “O Brasil não está em liquidação, temos que barrar a portaria da Nova PNAB”.
Abaixo-assinado online contra EC 95 – O presidente do CNS frisou o desmonte do SUS com a Emenda Constitucional 95/2016, que congela por 20 anos os investimentos com saúde e educação, lançando abaixo-assinado online que estima colher 3 milhões de assinaturas até 2018. O documento será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar a emenda. “Saúde não se compra, saúde se faz! O Estado faz saúde de acordo com a Constituição de 1988. Por essa razão surge a figura do ACS e do ACE”, declarou.
Fonte: Ascom CNS e Cofen

COMISSÃO DO SENADO APROVA FIM DA ESTABILIDADE PARA SERVIDORES PÚBLICOS NOS PRIMEIROS CINCO ANOS



Agência Senado
O senador Lasier foi o relator da matéria e defendeu que os servidores sejam avaliados e possam ser exonerados em caso de baixo rendimento
 
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (4), a proposta que acaba com a estabilidade no serviço público para servidores com baixo desempenho nas atividades desenvolvidas. Relator do projeto de lei que, na prática, acaba com a vitaliciedade no serviço público, o senador Lasier Martins (PSD-RS) defendeu a mudança e ressaltou que o texto foi amplamente debatido. “Nós debatemos com profundamente com a área legislativa e constatamos que não há nenhuma inconstitucionalidade”, afirmou. A matéria já passou por audiências públicas e foi submetida a consulta pública no site do Senado.
Na Casa, o texto ainda passará pela Comissão de Assuntos Sociais, Comissão de Direitos Humanos e Comissão de Transparência e Governança antes de seguir para o plenário do Senado. De natureza complementar, a matéria regulamenta o artigo 41, parágrafo primeiro, da Constituição. Esse dispositivo já determina que o servidor estável – já transposto o período de três anos de estágio probatório – fica sob risco de perder seu posto de concursado em caso de resultado insatisfatório “mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa”. O que o texto em discussão promove é a definição de normas mais específicas para a execução de tais testes, com pontuação por desempenho.
Um dos defensores da matéria, o senador Armando Monteiro (PTB-PE) frisou que “para merecer a proteção da estabilidade é preciso que do ponto de vista social se justifique através da avaliação”.
Em seu parecer, Lasier flexibilizou a redação concebida por Maria do Carmo (DEM-SE), por exemplo, ao dobrar o período de testes a que o servidor concursado com desempenho considerado insuficiente deverá ser submetido – em vez de exame a cada seis meses, o senador propôs sabatina anual. O senador também aumentou de um para três o número de avaliadores – no primeiro texto, a tarefa cabia apenas ao chefe de departamento, situação que poderia suscitar casos de perseguição.
De acordo com a proposta aprovada, essa espécie de banca examinadora passaria a contar com um profissional de nível e setor equivalentes ao do servidor examinado e outro do departamento de recursos humanos. Segundo Lasier, trata-se de um mecanismo de aprimoramento do funcionalismo com o máximo de garantias ao servidor estável – eles terão, de acordo com o relatório, até cinco anos para tentar se aperfeiçoar e, em caso de êxito, reverter a desconfiança em torno de sua proficiência profissional. Caso a situação não mude depois de todo esse período, destaca Lasier, o servidor deve ser submetido ao processo de exoneração.
Entre outras providências, o texto fixa uma escala de notas de desempenho para avaliar servidores considerados pouco produtivos. Esse funcionário poderá ser demitido, segundo o relatório de Lasier, caso não alcance nota superior a 2,9, em dois anos de avaliação, ou maior que 4,5, em cinco anos. Os efeitos da legislação proposta valem para União, estados, municípios e Distrito Federal.

28 agosto 2017

SINDACSPA-PE PARTICIPA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ALEPE QUE DISCUTE A PROPOSTA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE DE REFORMULAÇÃO DA PNAB




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Na manhã desta Segunda 28, o SINDACSPA-PE com os diretores Adalberto e Diego, participou da Audiência  Pública na ALEPE, quanto ao  plano de reformulação da Política Nacional de Atenção Básica à Saúde (Pnab), promovida pela Comissão de Saúde. Os participantes questionaram as modificações no modelo de financiamento e na composição das equipes de Saúde da Família, e mais tempo e diálogo com a sociedade civil para revisar as estratégias de atendimento.
Para a presidente da comissão, a deputada Roberta Arraes (PSB) abriu o debate, dizendo: “É preciso refletir sobre essas mudanças em políticas que foram construídas ao longo dos anos sob grandes esforços e que têm sua efetividade comprovada pela população e por órgãos internacionais”. 
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De acordo com a minuta divulgada pelo MS, a reforma reconhece outros formatos de equipe além daquele já consolidado na atenção básica, excluindo a obrigatoriedade da presença dos agentes comunitários de saúde (ACSs). Também integra as atividades de atenção básica, realizadas por esses profissionais, às de vigilância em saúde, a cargo dos agentes de combate às endemias (ACEs).
Outra medida seria a inclusão da figura do gerente na Unidade Básica de Saúde (UBS). O documento ainda estipula um prazo de quatro meses para que gestores municipais implantem as equipes de saúde e reduz a população atendida por equipe – de 4 mil pessoas para a faixa entre 2 mil e 3,5 mil por território.



Conforme fala do deputado Isaltino Nascimento (PSB), que solicitou a Audiência, considerou insuficiente o tempo da consulta pública pelo Departamento de Atenção Básica do MS durante dez dias. “Foram apenas seis mil questionários respondidos, um nível de escuta diminuto se levarmos em conta a população brasileira, e 95% dos que participaram foram contrários à proposta”, frisou.

O fim da obrigatoriedade de agentes comunitários de saúde nas equipes foi condenado por quase todos os presentes. Atualmente, mais de 300 mil profissionais exercem a atividade no País. “Está por trás disso a tentativa de unificar agentes de saúde e de endemias, que têm atuações diferenciadas”, explicou o diretor da Federação Nacional de Agentes de Saúde e de Combate a Endemias (Fenasce), Luiz Cláudio Celestino de Souza.
O histórico de implantação da Pnab, a partir da Portaria nº 2.488/2011, foi relembrado na fala da superintendente de Atenção Primária da Secretaria Estadual de Saúde, Maria Francisca Carvalho. “Houve um processo de discussão à época. Hoje vemos que a atenção básica conseguiu reduzir indicadores de mortalidade infantil e materna. É o agente de saúde que vai a sua casa dizer que você está com o exame atrasado ou que seu filho não tomou vacina”, ressaltou.

https://scontent.frec3-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/21150285_1636918843008448_2886991965648462252_n.jpg?oh=a25ccbd5c2658f3e19a43bc21b9df717&oe=5A1760A9Professor da Universidade de Pernambuco (UPE), Itamar Lajes acredita que o contexto atual é desfavorável para a revisão pretendida, principalmente em razão da aprovação da Emenda Constitucional nº 95/2016. “Não tem como prestar atenção básica com R$ 25 por pessoa ao ano. Essa receita inviabiliza qualquer projeto. Vai excluir negros, populações carcerárias, LGBTTs e outros segmentos”, afirmou. Já a pesquisadora do Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (Cebes), Bernadete Antunes, alegou que “a reformulação do Pnab não tem base técnico-científica”.

Ao final, sugestões foram apresentadas pelos participantes, como a criação de um Grupo de Trabalho em que as instituições que atuam no campo da saúde coletiva possam dar subsídios e fazer juízos de valor sobre as mudanças; a realização de um simpósio e a elaboração de um documento pela Assembleia, com questionamentos ao Ministério da Saúde sobre a proposta.


O Vereador Fabio Barros (PSB) Presidente da Casa de Torres  Galvão, que esteve presente ao evento, informou-nos que solicitou Audiência Pública para o Paulista sobre o tema, fato que o SINDACSPA-PE apoia plenamente.

25 agosto 2017

DO MEU OBSERVATÓRIO: VAMOS AJUDAR LAURA DANIELE

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Olá, venho aqui pedir aos doadores e não doadores de sangue, para doar sangue para minha irmã, que está precisando muito de sangue, Seja doador e salve vidas! A necessidade é de urgência! 
Ela precisa de muito sangue, quem poder doar, que seja o mais rápido possível, e quando a meta dela bater! continue doando e sempre fazendo uma boa ação, há crianças, jovens, adultos e idosos, como Laura nós hospitais, precisando de ajuda, de um simples gesto de solidariedade! Os que já doaram e estão doando, desde já eu e minha família agradece, e que Deus possa recompensar vocês de alguma forma. E que seja feita a vontade de Deus, seja ela qual for, muito obrigado!
Quem tem dúvida se pode doar ou não: o doador deve ser maior de idade, ou se for de menor, tem que ser acompanhado de seus pais para a autorização, ou acompanhando do responsável legal.
Pessoas com tatuagens só podem doar se possuir 1 ano de feita!
Pessoas que usam piercing não podem doar!
INFORMAÇÕES
NOME DA PACIENTE: *LAURA DANIELI DA SILVA BORGES*
LOCAL ONDE ESTÁ ENTERNADA: *HOSPITAL UNIVERSITÁRIO OSWALDO CRUZ* *na UTI GERAL*
*DOAÇÃO DE SANGUE*- *QUALQUER TIPO SANGUÍNEO*
LOCAL PARA DOAÇÃO: *FUNDAÇÃO HOMEPE*
RUA: *JOAQUIM NABUCO N.171*
CEP: *52011000-RECIFE-PE*
OBS: quando chegar ao local da doação, é só se apresentar como doador, e dar o NOME COMPLETO da paciente!

DO MEU OBSERVATÓRIO - PRÁTICAS INTEGRATIVAS NO SUS


Não me tenham por negativo, mas ouvindo atentamente os intelectuais de perto e de longe, concluo que o campo das práticas integrativas é bem mais complexo no cotidiano que vivemos. Vou tomar como base, o meio dos trabalhadores da saúde. O cuidado ao cuidador.
Principalmente por a medicina tradicional, sequer pode ser utilizada ou acessada na plenitude Tem-se o médico falta o remédio. Tem-se a requisição falta o especialista. Tem-se o especialista, urgência e não há agendamento célere.
Em tese, os recursos terapêuticos, buscam estimular a prevenção e recuperação da saúde. Pergunto: De quem? Quem acessa as tecnologias eficazes e seguras, no SUS, sem geralmente (e infelizmente) ter QI?
Onde se encontra ênfase na escuta acolhedora? Há escrita até de nome errado, com cópias. Aí fala-se de escutar, quando não se ouve ou há minimamente um olhar com boa vontade.
Há muita teoria, teses de doutorados ou experimentos em comunidades isoladas, onde há vínculo terapêutico e integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade. Sei disso, pois converso com ACS de todo o país. Só que na maioria, não se discute a integralidade, por causa da defasagem salarial. Além, de manter-se vigilância na auto defesa, contra a exploração e redução do salário e direitos. Assim, o campo do processo saúde-doença e a promoção do cuidado humano nas vias competentes, na maioria, são deixados de lado.
O sujeito na singularidade com diz a DAB ou MS, passa a ser globalizado e atenção integrada, concentra-se utopia integral de portarias. Já viu algum Ministro, Secretário, Vereador.... se tratando no SUS? Portanto.....se o ACS não consegue ser atendido pelo profissional da equipe que trabalha....paro aqui.

09 agosto 2017

DO MEU OBSERVATÓRIO: PRODUTIVIDADE SUS E O DESENCANTO

Meus amigos, já ouvi entendidos, afirmando que a internet deu voz a muitos imbecis. Por outro lado há uma música que diz:"Fala demais por não ter nada há dizer..."
A relação ineficaz gestão - trabalhador, no tocante a produtividade SUS, está se tornando uma bola de neve, que reverbera e inquieta a muita gente.
Tem se tornado um problema crônico até de saúde pública, além de desgaste nas equipes, baixo desempenho e descontentamento geral. Colocando entraves até nas entidades representativas de categoria. Enquanto muitos agem politicamente e ganham admiradores diante do caos.
Lembrando que a produtividade SUS, é infelizmente complemento salarial, há muito tempo. Isto devido salário que não compete com a ferocidade inflacionária.
Além disso, há distorções no tocante a lei. No que se refere há carga horária, salário e metasentre categorias semelhantes ao olhar cru da lei.
Outro detalhe e pior, é que os descontos, seguem na linha surreal. Dentro da dinâmica da clareza, falta de exatidão no processo ou acesso informativo, além de faltar (até o momento) total transparência com expressa riqueza de detalhes para dirimir as frustrações dos trabalhadores ACS.
Lembrando dos princípios doutrinários do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem relação direta com os conceitos de igualdade e de justiça. Do ponto financeiro, isto não existe para muitos prejudicados e repetidos do Paulista.
No âmbito do trabalho, os tablets dinamizaram o atendimento aos indivíduos. Facilitou a vida de uma imensa maioria de ACS, e na relação com a população, otimizou gastos e viabilizou rapidez de informações a gestão, gerando recursos ao município. E o feedback, além dos traumas?
O texto Sagrado afirma: "Digno é o trabalhador do seu salário." A produtividade SUS busca reconhecer (no próprio nome) as diferenças nas condições, considerando que o direito à remuneração é tratada pelas diferenciações e deve atender a diversidade, para tanto o recurso tem demanda fixa e variável.
Porém na partilha do bolo, está faltando atender o objetivo que se pretende. Uns com tudo certo e salário errado, é complicado!
No que se refere a princípio da equidade, também norteia necessidades de grupos específicos e atuando para reduzir o impacto dos determinantes sociais. Se isto é verdade, há agravos cada vez maiores dentre os trabalhadores aos quais estão submetidos a crise econômica. SUS nesta pauta.

26 julho 2017

POR QUE A MORTE DE POLICIAIS COMOVE TÃO POUCO OS GRUPOS DE DIREITOS HUMANOS E A GRANDE IMPRENSA?


Morte de mais um policial em serviço. A maioria da imprensa brasileira ( comunista ) cala-se junto com os organismos de Direitos Humanos( hipócritas ).  Foto internet - Google.

Existe uma verdadeira caça a policiais no Brasil. Quem conhece a realidade, sabe que a farda de um policial militar nunca é posta para secar num varal. Motivo: isso denunciaria a presença de um policial naquela residência, colocando sua vida e de sua família em risco. Também é de conhecimento geral que diversos policiais só vestem sua farda longe de suas casas pelo mesmo motivo. São vários os exemplos desse tipo de comportamento que denota o óbvio: o policial no Brasil está sendo caçado pelos bandidos.
Apenas nesse ano, no Rio de Janeiro, já foram 89 policiais militares ASSASSINADOS. Esse número impressiona a população, causa medo nas famílias de policiais, mas por incrível que pareça parece não despertar maiores simpatias nos grupos de direitos humanos e nem na grande imprensa. Por que isso ocorre?
A primeira explicação refere-se a política de segurança pública adotada pela esquerda. Para os esquerdistas, grande parte deles com postos altos na mídia e nas ONG's de direitos humanos, o crime dificilmente é culpa do bandido. Pelo contrário, o bandido seria ele mesmo vítima do sistema. E um dos principais sustentáculos do sistema é a polícia. Logo, numa brutal inversão de valores, a polícia é geralmente vista com viés negativo. Policiais são perseguidos por traficantes, por assassinos, por criminosos em geral, sob o silêncio covarde de vários "especialistas" em direitos humanos.
Outra explicação é que ao reconhecer que a polícia é perseguida por bandidos resta evidente também que parte da violência policial, que as ONG's adoram denunciar, é legítima forma de autodefesa da polícia contra bandidos desumanos.
O Brasil é um país violento. Em nenhum lugar do mundo se matam tantas pessoas quanto aqui. Apenas no ano passado foram mais de 60.000 pessoas assassinadas. Infelizmente, o establishment prefere criar espantalhos em vez de lidar com problemas reais. Nesse caso, adoram culpar a "cultura machista" do brasileiro para expressarem que isso mata muitas mulheres. Sim, sem dúvida isso é um problema. Contudo, num país onde a taxa de homicídios entre homens é 12 vezes superior a taxa de homicídios entre mulheres, essa dificilmente é a explicação correta. O mesmo vale para a homofobia, certamente alguns homossexuais são perseguidos e sofrem por causa da intolerância. Contudo, fingir que a violência no Brasil decorre da discriminação sofrida por homossexuais está longe de ser verdadeiro. O número de assassinatos decorrentes de homofobia no Brasil estão longe de mostrarem algum padrão distinto da violência enfrentada pelo resto da população.
Basta de criar espantalhos! A violência no Brasil se combate com policias nas ruas e bandidos na cadeia. Se puder liberar o porte de armas para a população melhor ainda. Mas é fundamental lembrar de uma lição básica: na hora do perigo é para a polícia que pedimos socorro. Desmerecer o policial, enfraquecer sua legitimidade, atacar a polícia como a culpada por ser a guardiã do "sistema", só fazem colocar a vida do policial em risco e, em última instância, colocar toda a sociedade sob riscos cada vez maiores associados ao crime e a violência.

14 junho 2017

DO MEU OBSERVATÓRIO: JUSTIÇA ELEITORAL X CHAPA JUNIOR MATUTO / JORGE CARRERO

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, close-up Nesta Segunda (12), a Justiça Eleitoral no Paulista posicionou-se em ação contra o Prefeito Junior Matuto em virtude de supostas irregularidades na sua prestação de contas eleitorais no último pleito, colocando assim seu impedimento governamental.
Os detalhes que a oposição não conta, consiste em decisão judicial baseando-se nas contas de campanha rejeitadas da chapa do Prefeito em 1ª instância. Só que as referidas contas foram aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e por unanimidade.
Além disso, contra o estardalhaço antes do tempo. A referida decisão cabe recurso e nada de afastamento de imediato. Leva uma bo data até esgotarem os recursos que podem chegar até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Quanto aos autores da ação, tem o direito de não aceitarem a derrota. No entanto, contestarem o resultado eleitoral das urnas, significa forçar um caminho que pode desestabilizar a governabilidade municipal, num caminho meio surreal que prejudica a todos.
A chapa do Prefeito foi reeleita com 47% dos votos. Houve dolo no pleito ou tentativa de afronta a decisão dos eleitores?
Sob um olhar com boa vontade, a atual gestão tem promovido importantes conquistas para o Município do litoral a zona rural.
Basta comparar dados e fotos, do que era antes e atualmente.
Se está bom? Há muito por fazer e melhorar, mas era muito pior. Da saúde a infrestrutura. Da educação a mobilidade. Do tratar na gestão a segurança, com economia em crise, desemprego e violência em alta.
A mídia tem dado enfase a muitas vozes desconexas. Mas também tem gente que tem bom senso e sabe fazer uma leitura descomprometida de paixão partidária, com os pés no local onde escolheu ou foi atraido para morar.
Confiamos numa decisão menos traumática e desfecho positivo para todos nós os munícipes, pois a falta de governabilidade atrai o caos e é tudo que não queremos no Paulista. Que a verdade eleitoral prevaleça e o clima de suspense desapareça por completo.

19 maio 2017

NOTA DE FALECIMENTO


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E o Senhor Todo Poderoso tomou de volta o nosso querido irmão Vlademir Williams. Servo, Pastor, Policial, Professor, Esposo e Pai de uma família, exemplo de caráter e bondade no dia de hoje.
Tive a felicidade de tê-lo na minha lista de amigos. Ouvi-lo dando aula na nossa classe da EBD, simplesmente demais. Conversar com ele, cada conversa, enriquecia-nos pela sabedoria e simplicidade. A família enlutada na pessoa da Ir Edilane, os nossos sentimentos.

04 maio 2017

MINISTÉRIO GARANTE AMPLIAÇÃO DE ESF EM REUNIÃO DO CONARES


do CONASEMS
 
A reunião do Conares aconteceu nesta quarta-feira (3) durante a programação do 5º Congresso Norte e Nordeste de Secretarias Municipais de Saúde. Também nesta quarta, pela manhã, foi realizada a Oficina de Experiências dos COSEMS na Implantação dos Apoiadores Regionais e a atividade “Programa Mais Médicos e a incorporação de Boas Práticas de Atenção Primária a Saúde”.
O Conares contou com a presença do Secretário executivo do Ministério da Saúde, Antonio Carlos Nardi, de representantes de capitais e presidentes e Representantes de COSEMS de todas as regiões do país. Na ocasião, o secretário, representante do MS, garantiu que o Ministério da Saúde pretende expandir o número de equipes de saúde da família. “Assumimos o compromisso de habilitar todos os serviços referentes à Atenção Básica que forem demandados pelos municípios e isso já foi conversado e acertado entre o Presidente da República e o Ministro da Saúde”. Além disso, será feita uma levantamento no que já foi habilitado, mas que não está em funcionamento “Tudo o que encontrarmos nessa situação será excluído, pois isso prende o orçamento e atrapalha os outros municípios realmente interessados em ampliar os serviços”, completou Nardi.
Outro ponto de pauta foi o SUS Legal, pactuado em CIT no início deste ano, Nardi informou sobre o andamento da proposta do projeto. “Reunimos essa semana com a Casa Civil e o projeto está sendo bem visto por todos, inclusive pela presidência, CGU e Ministério do Planejamento, nos disseram, inclusive, que o MS servirá de modelo para o resto da Esplanada. O próximo passo é sacramentar esse discurso com o TCU”.
De acordo com o presidente do Conasems, Mauro Junqueira, está sendo feita uma ampla discussão com todos os tribunais de contas do país. “Estamos cumprindo a lei e dando mais autonomia para o gestor municipal, quem é contra o SUS Legal está desconsiderando a capacidade do secretário municipal de saúde. Nós temos que nos preocupar somente com o SUS, com a desburocratização desse Sistema, com o fim da judicialização absurda. A elaboração de um bom plano municipal de saúde e o repasse em contas únicas  custeio e investimento será uma nova fase do SUS, uma realidade que sempre foi pleito do Conasems”.
O presidente citou o projeto apoiador, que integra as ações do Conasems e dos COSEMS no suporte aos gestores, principalmente nessa fase de transição. “Vamos ter que fazer o dever de casa e construir o plano para a gestão casado com o orçamento, não é mais o Ministério que vai decidir como nós vamos gastar nosso recurso, somos nós, gestores, que vamos dizer”.
A Minuta de portaria que estabelece requisito para o recebimento de recursos financeiros oriundos de políticas que visam ampliar o acesso às cirurgias eletivas no âmbito do SUS foi outro ponto discutido. A fila única e o prazo definido foram discutidos na última CIT, no fim do mês passado. Mauro abriu a discussão sobre o tema e comentou “o Conasems vai participar de um grupo técnico para definir essa portaria. Teremos que ter tempo para preparar as equipes desses municípios que vão começar a executar esses serviços. O estado que estiver com dificuldade, o Conasems participará da CIB para apoiar”.
Projeto Apoiador Regional
Experiências exitosas dos COSEMS com os apoiadores regionais foram apresentadas na manhã dessa quarta-feira (3). Os COSEMS AL, CE, BA, AM, PB relataram todo o percurso com os apoiadores, avanços e dificuldades. No entanto, o ponto em comum entre todas as apresentações foi a melhoria que os apoiadores trouxeram para a gestão.
Confira aqui a apresentação do COSEMS AL e do COSEMS PB